Vidas em risco: a insegurança dos trabalhadores terceirizados no DF

A lamentável morte precoce da servidora terceirizada da Escola Classe 10, em Ceilândia, Sandra de Sousa Marinho, evidencia o desrespeito aos direitos dos trabalhadores terceirizados no DF.

Sandra foi mais uma vítima de um comportamento patronal inadmissível, que coloca em risco a vida e a segurança de várias pessoas em contrapartida a uma administração preguiçosa e oportunista.

Não há desculpas! Perdemos uma vida! Precisamos agir contra a vigarice que mata. A disseminação do conhecimento é uma forma de alertar nossos trabalhadores.

Dessa forma, vou exigir da Secretaria de Educação, da Secretaria de Saúde e de todos os tomadores de serviço do DF a distribuição de um manual com informações, orientações e determinações sobre as atividades que os funcionários terceirizados devem ou não realizar.

Vamos lutar pela segurança e pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras terceirizados!
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