Sábado de feiras em Ceilândia

Na manhã de sábado, fiz uma visita a duas feiras de Ceilândia. Fiquei muito preocupado com uma infestação de escorpiões amarelos na Feira Central.

Lá, os feirantes me contaram que, por dia, capturam ao menos dois escorpiões na feira e reclamam do descaso do órgão competente, que não atendeu aos inúmeros chamados para desinsetização no local.

Antes, fui à Feira do Setor O conversar com minha amiga Consuelo, presidente da feira. Passei de banca em banca e ouvi muitos relatos sobre o aumento do valor dos impostos e como os feirantes não estão conseguindo efetuar os pagamentos em razão da falta de fregueses, também, em função do reajuste no preço das mercadorias.

Na Feira do Setor O, sinto-me em casa pela gostosa recepção que sempre recebo todas as vezes que vou às compras.

Na Feira Central de Ceilândia, fiz o mesmo percurso, indo de banca em banca. No entanto, mesmo sendo feiras diferentes, os problemas e as reclamações as mesmas.

Os feirantes me pediram para fazer alguma coisa sobre os impostos altos. Então, resolvi ligar para o administrador da cidade, Marcelo Piauí, para agendar uma reunião com ele e os feirantes para, quem sabe, termos uma solução para o problema.

Também fui visitar a companheira Irani, feirante da Feira do Setor O, que se recupera de duas cirurgias. Fui retribuir a camaradagem com a qual ela me recebe todas as vezes que vou à feira.