Intermediado por Chico Vigilante, GDF se compromete a não derrubar casas no Sol Nascente

Por intermédio do deputado Chico Vigilante, moradores da comunidade Sol Nascente, em Ceilândia, receberam na manhã desta quarta-feira (8), a garantia do GDF de que não terão suas casas derrubadas.

 

Esta ação foi resultado de uma promessa de Chico Vigilante feita aos moradores daquela região, que segundo os mesmos, estava ameaçada de ter suas casas derrubadas pelo governo Rollemberg (PSB). O petista prometeu levar membros do GDF para ouvir diretamente as demandas da população.

 

O secretário de Relações Institucionais, Marcos Dantas, e de Habitação, Thiago de Andrade, participaram da reunião e, garantiram que o temor da população sobre as casas que seriam derrubadas não passou de um boato.

A partir de agora, qualquer decisão em relação à localidade, deverá ser tomada em conjunto com os moradores, garantiram os integrantes do governo.

 

Para Chico Vigilante, esta é uma grande vitória, tendo em vista que a manutenção daquelas casas foi um compromisso assumido pela gestão do PT, no governo passado.

 

Entenda o caso –  Ainda no governo petista, os moradores do trecho 1 do Sol Nascente, fizeram um acordo com o governo Agnelo, para que a obra viária próxima ao local, não tirasse os moradores daquela região.

 

Na época, o compromisso era que os cidadãos recolhessem um pouco seus muros e as casas estariam garantidas. Infelizmente, neste ano, os boatos da derrubada das casas se tornou muito forte, e os moradores procuram Chico Vigilante (PT), que prontamente, garantiu o esforço para solucionar o problema.

 

Moradores comentam o desfecho – O líder comunitário Edson Batista destacou a atuação do deputado Chico Vigilante para solucionar os problemas dos moradores. Segundo Batista, quando o projeto original para as obras de infraestrutura da Avenida do Contorno foi elaborado, ainda em 2008, a população não foi ouvida.

 

“Esperamos que esta reunião seja o começo das obras do setor, mas que seja respeitado o diálogo com a comunidade”, destacou.

 

Já a servidora pública Nalva Rosa, que mora na área desde 2003, estava aflita com a possiblidade da casa dela ser derrubada. Nalva explicou que quando comprou o lote, não sabia que estava no meio da via. “Saimos da reunião satisfeitos, pois fomos ouvidos, até então, convivíamos com o medo de não termos mais as nossas casas. Quem mora aqui é porque precisa, se tivéssemos condições financeiras, teríamos comprado as nossas casa numa área regularizada.

 

Por Marcos Paulo Lima e Veronica Soarez/ Assessoria