O Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) publicou na última segunda-feira (23), dois contratos emergenciais feitos sem licitação pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) que, somados, chegam perto do valor de R$ 150 milhões.
Os contratos foram assinados em função do SLU não ter conseguido terminar o pregão para contratar os serviços de limpeza pública antes do término dos contratos em vigor.
Com validade de 180 dias, os contratos foram assinados por dispensa de licitação, em caráter emergencial, para os serviços de varrição e de coleta de lixo, em substituição aos antigos que venceram no domingo, 22.
A empresa Sustentare vai receber R$ 102 milhões pelos seis meses da validade do contrato. Já a Valor Ambiental, pelo mesmo período, receberá R$ 44 milhões.
Trauma do passado
Não é a primeira que vez o SLU realiza contratos emergenciais como forma de manter os serviços de limpeza urbana.
Na década passada, a disputa das empresas pelos contratos emergenciais causou problemas na transição entre as prestadoras de serviço nas sucessões contratuais. Os problemas para a sociedade eram muitos, como, a falta de varrição e da coleta de lixo.


