A comunidade da Escola Classe 52, localizada na QNP 32/36 do Setor P Sul, de Ceilândia, enfrenta diariamente os problemas relacionados com o descaso das autoridades governamentais.
Nesta terça-feira, o deputado Chico Vigilante foi, a pedido da direção da escola, verificar pessoalmente as demandas e ficou estarrecido. O distrital ouviu da diretora Ângela Soares Novais da Costa que os problemas vêm de longa data e, como até hoje, nada foi resolvido, procurou por ajuda.
“Eu fiquei impressionado com a capacidade da diretora Ângela e de sua equipe em querer restaurar a escola. É como digo: tem que ter muito amor e dedicação para não deixarem a escola ruir”, relata Chico Vigilante.
São muitos os problemas na Escola Classe 52.
Os muros estão rachados e, com as chuvas do período, há o grave risco de queda dos mesmos. Cadeiras e mesas estão entulhadas em um canto escondido, ao relento, esperando para serem recolhidas pela Diretoria Regional de Ensino. Só que, até o momento, nada foi feito. A preocupação é o local se tornar foco do mosquito Aedes Aegypti.
A EC 52 de Ceilândia sofre com a falta de manutenção na infraestrutura. Na escola, as portas dos banheiros estão enferrujadas e a quadra de esportes, sem cobertura, está com o piso todo remendado. Também o calçamento da escola necessita reparo porque as estão quebrando as calçadas.
O deputado observou a necessidade da poda das árvores localizadas no estacionamento da escola. Há perigo de os galhos caírem em cima dos carros estacionados no local trazendo prejuízos para professores, servidores e visitantes da escola.


