Vigilantes da empresa MJR que prestam serviço na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, estão com as atividades paradas desde a manhã desta quarta-feira (15). Eles cobram o pagamento de salários e diversos benefícios trabalhistas, como décimo terceiro, FGTS e auxílio alimentação e condições de trabalho.
O deputado distrital Chico Vigilante acompanha de perto a paralisação e foi à Superintendência da DPF ouvir as reivindicações dos profissionais. “A lista de irregularidades praticadas por esta empresa é enorme. Os vigilantes têm todo o meu apoio e do Sindicato a esta greve”, afirmou o distrital.
O deputado conta que, além do atraso do pagamento dos salários correntes, a empresa MJR ainda não pagou o décimo terceiro salário de vários vigilantes e tampouco o adicional de férias. A empresa também não deposita o FGTS há quatro meses e até o auxílio alimentação do mês de setembro do ano passado ainda não foi pago.
A lista de irregularidades também é extensa e absurda na segurança dos trabalhadores. Equipamentos básicos, como coturnos, a MJR não fornece desde que assumiu o contrato na DPF. No entanto, o mais preocupante é a falta de manutenção das armas de fogo a qualidade das munições que, corriqueiramente, apresentam defeito.
Acompanhe aqui os desdobramentos da greve dos vigilantes da DPF.


