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Chico Vigilante denuncia empresa por coagir empregados nestas eleições

Em tom indignado, o deputado distrital Chico Vigilante (PT) denunciou na Câmara Legislativa do DF (CLDF), hoje (27), crimes que têm sido cometidos pela empresa de segurança Ipanema para coagir trabalhadores a votarem no candidato que é sobrinho dos proprietários. “Estamos na reta final da campanha eleitoral e neste período têm acontecido coisas que até Deus duvida. Quero aproveitar esta sessão para acusar uma empresa de segurança, a Ipanema. Os responsáveis pela sua gestão estão apoiando, agora, um candidato que é sobrinho do dono, o Cristiano Araújo. E usando a Ipanema de forma descarada para coibir empregados a votarem nele e a conquistarem votos para esse candidato”, contou.

Chico Vigilante afirmou que, no passado, a Ipanema já foi considerada “uma empresa de muita responsabilidade, pois tinha donos bastante respeitáveis – no tempo em que ainda era vivo o dr. Araújo”. “Infelizmente, os atuais responsáveis por esta empresa degringolaram completamente a gestão”, criticou. O deputado disse ter recebido várias informações, inclusive provas materiais, de que supervisores da Ipanema estão recebendo dinheiro do candidato Cristiano Araújo para ameaçar os vigilantes.

“Pedem para que digam que votarão nesse candidato e os ameaçam de, se assim não fizerem, serem demitidos. Essas pessoas também estão percorrendo os locais onde atuam os trabalhadores da Ipanema e inscrevendo vigilantes para atuarem como cabos eleitorais, para fazerem boca de urna no próximo domingo (2)”, afirmou. “Que fique bem claro: boca de urna é crime. E o profissional vigilante não pode responder por processo. Portanto, o vigilante que cair nessa história, se for pego e processado, ficará desempregado. Mas mesmo assim, os grupos orquestrados por Cristiano Araújo continuam percorrendo os postos e coagindo de várias formas esses trabalhadores”, ressaltou o distrital.

Vigilante está encaminhando um ofício ao Governo do Distrito Federal (GDF) para denunciar o ocorrido e pedindo que sejam tomadas as devidas providências em relação ao caso. “Não é correto permitir que esse tipo de coisa aconteça. Vivemos num país democrático e não é correto sequestrar o voto de trabalhadores. Certamente alguém será punido pela prática de tamanha irresponsabilidade”, enfatizou.

 

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